PORTA-VOZ DO MPLA

Rui Falcão refuta acusação segundo a qual MPLA orienta coberturas dos órgãos de Comunicação Social públicos

O porta-voz do MPLA, Rui Falcão, negou, na última segunda-feira, que o seu partido direciona os órgãos de Comunicação Social públicos nas suas coberturas noticiosas.

O político, que falava à Voz da América, disse que ” infelizmente há quem deturpa os limites das suas responsabilidades, o que não tem nada a ver connosco”, acrescentando que excesso de zelo e autocensura não nos caracterizam.

No último acto de massas dos dois maiores partidos no País e rivais nas eleições que se avizinhan, no passado sábado, o MPLA viu o seu comício no Moxico orientado pelo seu líder, João Lourenço a ser transmitido pela TPA, TV Zimbo e Rádio Nacional de Angola em directo e com destaque nos principais serviços de noticias, enquanto que o acto promovido pela UNITA, em Cabinda, orientado pelo seu presidente  Adalberto da Costa Júnior, teve uma passagem de apenas 20 segundos na TPA 1.

 

O porta-voz da UNITA, Marcial Dachala, disse que “os jornalistas e editores destas estações não são culpados pela barbárie , mas que e a mão do partido no poder (MPLA) que na sua cultura de exclusão vai ao ponto de transformar estes órgãos do tentáculo do Departamento de Acção Psicológica e Propaganda, com a exclusiva pretensão de demonstrar que o MPLA é o único partido capaz de governar Angola.

Argumento refutado por Rui Falcão que referiu que ” o secretário para a informação sou eu e eu não dei, nem dou nem darei qualquer informação para esses órgãos”.

 

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *