Opinião

Filipe Zau

A Ciência Política e os seus percursores

“(…) Duverger refere também que, “até ao século XIX a Ciência Política foi dominada por um pensamento normativo e por uma estratégia metodológica dedutiva”. Na generalidade, as reflexões sobre o Poder Político eram eivadas de juízos de valor, procurando-se explicitar “como ele devia ser e não tanto como era” na realidade. (…)”

A “sodomização” de Angola

“O Governo de José Eduardo dos Santos (JES) conseguiu dividir a igreja e a sociedade dum modo geral. Investiu em material bélico e na propaganda: “Angola Diz Basta”… Até realizar o seu sonho (matar um homem). Milhões de angolanos tiveram de ser sacrificados. (…)”

Adalberto (Costa Júnior), agora és um alvo a abater!

“O Mawete J. Batista era tosco a falar, que até dava dó. O Adalberto (Costa Júnior) era mais rápido, mais incisivo, mais acutilante, do que o Alcides Sakala que também era muito bom! O Adalberto (Costa Júnior) tem esse dom perante as câmaras! Ambos dominam muito bem a Língua Portuguesa e melhor que qualquer representante que o MPLA teve em Portugal, incluindo o Daniel Chipenda. (…)”

Não há orfandade quando o jornalismo significa dignidade

Um dos temas das últimas conversas que mantive com o Abel Abraão era sobre se nós, os antigos repórteres que estivemos nas frentes de batalha, deveríamos ou não nos juntar ao discurso de orfandade recentemente foi oficialmente adoptado por alguns jornalistas, por sinal são nossos mais novos, face ao poder instituído e personificado pelo MPLA.

Jó Soares

Quando a (santa) ignorância não dá espaço

Se o fizesse, decerto que não magoaria a paixão que tenho por um jornal que há muitos anos forma opinião e viabiliza a liberdade de pensar no “mundo lusófono” e muito menos levaria, agora, os seus mais fiéis leitores a colocar na balança a credibilidade das matérias de um dos principais veículos de Comunicação do grupo Impresa de Pinto Balsemão, o “Expresso”.

Ramiro Aleixo

Nós, os independentes

“(…)Embora se reconheça todo o esforço que tem sido levado à cabo para vencermos a luta contra o subdesenvolvimento e a redução das assimetrias locais e regionais, não podemos sonegar tantas evidências do favorecimento que, nalguns sectores, se faz a quem vem de fora, em detrimento dos nacionais, uma prática que não se observa em mais nenhuma parte do mundo, por razões óbvias. E isso constitui um perigo à nossa soberania e à nossa própria existência. (…)”

Então, “prontos, pá!”

“(…)Ainda bem que Carnaval é Carnaval em todo Christmas o sítio, ainda que isso signifique que os editores não tenham que emendar nem de retirar vírgulas aos passistas, mesmo sob a pena de ficarem como os polícias sem malandros para deter e os advogados sem réus para defender. (…)”

O País que temos hoje!

Os manuais escolares da disciplina de História contêm apenas a versão do MPLA, daí ser pertinente que se escreva a verdadeira História da Luta de Libertação Nacional, para que seja desconstruída a narrativa da “história do vencedor”.

Opinão Fernando Macedo

Muito obrigado, meu herói!

(…) Milhões de angolanos apoiaram em silêncio e quietinhos em suas casas a arrepiante coragem de Carbono e dos seus companheiros. Não faltaram críticas ao Carbono até mesmo de meio-opositores e de opositores-inteiros do regime. (…)”

O meu partido chama-se Angola!

“(…)José Eduardo dos Santos (JES) (…) decidiu fazer da organização (MPLA) um verdadeiro terror de muitos angolanos e uma caixa de rebuçados para poucas dezenas, o tal MPLA que a filha de JES chamou de MPLA do Zé Eduardo. Nunca pertenci a este MPLA! Aliás, nunca sequer estive presente num congresso onde filhas, filhos e até amigas preencheram os melhores lugares na sua direcção.(…)”