Opinião

A origem das criptomoedas (I)

“(…) As criptomoedas foram criadas como recompensa por um processo conhecido como mineração. Os mineradores têm a função para a monitorização e manutenção dos registos nas comunidades de criptomoedas e de arbitragem indirecta do valor das moedas virtuais. Mineração é o facto de que o trabalho feito criar riqueza na forma de novas unidades de criptomoedas. (…)”

Consentimento Informado: A doença, o doente e o médico

“O direito à informação e ao consentimento são dois pilares fundamentais da garantia dos direitos dos doentes (Carta dos direitos e deveres dos doentes de cabo verde), sendo que, ambos asseguram a dignidade dos doentes, e no geral, a preservação da dignidade humana, garantida no artigo primeiro da nossa Carta Magna.”

Jornalistas, assessores do Regime ou traidores da pátria?

(…) Qualquer profissional do ramo tem mais integridade comparado aos jornalistas devotos e colaboradores do Regime que (…) promovem a perversão da Nação inteira. (…) Não é necessário arrombar os cofres públicos para vilipendiar a Nação. A militância político-partidária e ocupação de espaços ao exercer cargos públicos representando certa corrente partidária, revela exactamente a posição de alguns jornalistas na História do País e que tipo de propósito servem.

Jó Soares

João Lourenço destrói empregos criados por Isabel dos Santos

“(…) A tristeza está estampada no rosto de cada um dos jovens agora desempregados da ZAP VIVA TV. (…) Isabel dos Santos criou inúmeros postos de empregos em Angola (…), João Lourenço os tirou de forma abusiva e insensível num ápice. (…) Apelo que a voz dos angolanos de bem não esmoreça para dar conta deste crime, o de encerrar um posto de emprego que garantia o pão de cerca de quinhentos jovens. (…)”

Senhor Presidente, pare de pôr o País em alvoroço!

“(…) Sei perfeitamente que nem todos terão culpa para a situação a que estão a ser arrastados, senhores jornalistas e senhores juízes. Mas resistam até onde puderem. Não contribuam para que se repitam, nesse tempo, as tragédias do passado. Quanto ao Senhor Presidente, acredito que ainda vai a tempo de considerar que métodos antigos já não funcionam neste tempo. (…)”

Solução do problema de Angola não virá da alternância governativa

“(…) Um povo exigente gera governantes honestos. Nesta altura, o problema já não será se o MPLA ou se a UNITA, mas se a Angola. A nossa revolução é para a Nação inteira, e é para já. É nisso que nos devemos unir, indo muito além das diferenças de partidos políticos, muito além da antinomia governantes e governados. Tocamos o fundo, a regeneração é possível hoje basta que os menos idiotas tenham um pouco de coragem. (…)”

Alerta solidário à Polícia Nacional

“Quem dispara para matar a sangue frio camaradas de caserna pode eventualmente proceder da mesma forma contra superiores hierárquicos ou entidades protocolares nacionais e estrangeiras, optando depois pelo suicídio, sem qualquer explicação. (…) Nunca é demais sublinhar que a prevenção assenta essencialmente numa formação sólida com superação permanente, bem como na avaliação de desempenho e no acompanhamento psicológico, assegurando, na medida do possível, a melhoria das condições dos efectivos, todos os níveis.”

A diáspora angolana e (todas) as suas nuances

“(…)Embora não esteja isenta de formas de pressão, ostracização, perseguição, marginalização que historicamente é exercida pelos órgãos dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SINSE), a diáspora também foi vítima do conflito civil que grassou no País e criou um binarismo na definição do ser angolano. Quem tivesse opinião própria rapidamente recebia um epiteto: agente do imperialismo, fantoche, reacionário, contra-revolucionário ou o mais temível de todos: Membro da UNITA. (…)”

O beijo de Judas ao rei dos “judaeus”

“(…) Acreditamos que os beijinhos de JLO a JES, no dia 24, são um símbolo de esperança no diálogo. (…) (…). De contrário, continuará grande a tentação para pensarmos que é mais cómodo abraçar e beijar as chagas leprosas de um adversário político caído em desgraça, sendo que já não dispõe de força anímica para disputar em pé de igualdade, do que olhar nos olhos de um macho Alfa (…) com capital político e disposições para rapinar a coroa e o tão cobiçado cadeirão da Presidência. (…)”

O MPLA é o maior inimigo do bem-estar do povo angolano

“A perversão do processo histórico de Angola e a
descaraterização e transformação perversa da natureza do MPLA gerou um processo contraditório e confuso até hoje na sociedade e nas aspirações do povo angolano, que incrédulo, nomeadamente os que ainda acreditam que o MPLA, poderá voltar à sua génese patriótica e nacionalista.”