SALAS NETO*

Cá se faz, cá se paga!

Eu não sou gajo de dar a outra face. Sabia-se que era um granda panco do Man Prole, que até fiquei quase inimigo do anão do Yuri Simão, por ele se ter negado a dar um «show do mês» com o camarada em primeiro plano.

Apreciava em especial a «Scania 111», que considerava uma das três melhores músicas do mundo, ao lado da «Sambessa» dos Afraa Sound Stars e da «Carta» do inegualável Paulo Flores.

É em face disso que o Carlos Vicente me alertou ontem para um espectáculo do homem, numa televisão angolana. Não dei conta do mambo em tempo útil, mas também não perdi lá grande coisa, uma vez que já deixei de me preocupar com o Man Prole.
Porquê?
Pelo seguinte: em Outubro do ano passado, salvo o erro, se demos encontro no aniversário do advogado Frederico Bastos, irmão da minha amiga São e do man Jesus Sabonete, que, como bom conterrâneo, lhe havia dado um jeito para fazer um playback da pimpa, para alegria da malta toda da terra que lá festejava, rebolar é rebolar, olha a saia que mata homem.
Ao fim da actuação, alguém o chama para fazer uma foto comigo, que todo o mundo sabia ser o seu principal «defensor público», pelo menos ao nível das redes sociais. Para meu grande espanto, ele disse que não me conhecia de lado algum, nem mais amarelo, nem mais azul.

Confesso que fiquei muito ofendido. É que, pelas disputas em público que travei com o produtor que não conhece o Preto Show por causa dele, das quais pode ter resultado na sua participação no «live» do Robertinho, ainda que pala kubanga ó pimpa, o Man Prole tinha a obrigação de saber quem eu sou.

Ora, se apesar de tudo isso ele não me conhece, também deixei de o conhecer. É só isso. Já não quero saber do Man Prole. Ponto!

Fonte: Salas Neto

 

 

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *