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Efectivos da Casa Militar reivindicam atraso salarial e contestam “indiferença” de João Lourenço

O “grito de socorro” dirigido aos órgãos auxiliares do Presidente da República, assim como ao respectivo comandante em chefe, João Lourenço, segundo apurámos, vem de efectivos, maioritariamente militares, entre oficiais e soldados, que se consideram esquecidos por estes não receberem os seus ordenados há seis meses, sendo que alguns militares têm contas bancárias congeladas no BPC.

Os militares lamentam, por isso, o silêncio das entidades ligadas ao processo de pagamentos e recursos humanos do referido organismo ligado à Presidência da República, que até a presente data não justifica o atraso salarial.

“Sua Excelência Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República General Francisco Pereira Furtado. S/Excia: General João Manuel Gonçalves Lourenço Presidente da República de Angola. Os efetivos afectos a Casa Militar do PR CUANDO CUBANGO, Viemos através desta lançar o nosso Grito de Socorro de 6 meses sem salário”, clamam os reclamantes em um ofício a que este jornal teve acesso.

Segundo um dos oficiais denunciantes do atraso salarial com os militares, as províncias do Cuando Cubango e Cuanza Sul são as únicas onde os efectivos das brigadas de transportes ali destacados não são remunerados a meio ano.

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