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Fernando Martins diz que inimigos da Pátria são protegidos pelo MPLA e pela UNITA

Coordenador da Comissão Instaladora do Partido Renovador do Estado (PARE), engenheiro Fernando Martins, endurece discurso e diz (escreve) com todas as vogais e consoantes, num artigo de opinião dado à estampa nas Redes Sociais, a 17 de Janeiro, que o MPLA e a UNITA são partidos sem vergonha, sem visão e que sempre tiveram muita lábia e arrogância” para escamotear a sua incompetência e acobertar “malandros” com nomes no vazio dos nomes de suas organizações.

Eduardo Soria dispensa angolanos e contrata técnicos portugueses a quem paga 25 mil euros/mês

O presidente da Comissão Executiva da TAAG, o espanhol Eduardo Pairen Soria, decidiu atribuir um ordenado de 25 mil euros/mês a cada um dos trinta (30) técnicos portugueses contratados recentemente, em substituição de uma centena de técnicos de manutenção e pessoal administrativo dispensada sem aviso prévio, no passado mês de Novembro, pelo Conselho de Administração da companhia de bandeira de Angola, soube “O Kwanza” de fonte segura.

O “Elefante Branco” que desinteressa(va) à Administração Lourenço

(…) Não há pior ameaça à “liberdade ou a democracia” do que filhos de um presidente serem proprietários de canais de comunicação, bancos telefonia e vários sectores estratégicos. Não é normal. O canal fechou pelas mesmas razões que abriu: Influência política direta do pai (JES), tráfico de influência em vários níveis, investimento com fundos de origem no mínimo duvidoso (…).

Eugénio Almeida diz que “Luanda Leaks” marcou fim da nomenclatura económica e saída de Isabel dos Santos

Eugénio Costa Almeida sublinha que a campanha eleitoral, em Angola, será dominada por temas como a corrupção, desemprego, a inflação elevada e o facto de o poder estar concentrado num partido desde a Independência. Referindo-se ao consorcio de jornalismo de investigação que revelou, a 19 de Janeiro de 2020, mais de 715 mil ficheiros que detalham os esquemas financeiros de Isabel dos Santos e do marido, Sindika Dokolo, Costa Almeida considera que “Luanda Leaks já passou da moda”.

Jornalista Ricardo de Mello foi brutalmente assassinado há 27 anos

O assassinato do director do «Imparcial Fax», que teve como cenário um dos prédios situados na antiga rua Direita de Luanda, foi uma infeliz tragédia que revelou que ainda há pessoas em Angola que descem (e continuam a fazê-lo) tão baixo, ao ponto de manifestarem a sua discordância matando e que não aprenderam a discordar sem serem violentamente discordantes.

Militante pede que comandantes da Polícia Nacional “estejam comprometidos com a causa do MPLA”

É um dos vídeos que neste sábado, 15, “incendiou” as redes sociais WhatsApp e o Facebook. O seu conteúdo não deixa dúvida quase nenhuma sobre a sua interpretação e alimenta ainda mais a polémica sobre a alegada “instrumentalização” dos órgãos de defesa e segurança em favor do partido no poder de que se vêm queixando as formações políticas na oposição e membros da sociedade civil.

Autoridades belgas devolvem dente de Patrice Lumumba à família após anos de litígio judicial

Patrice Lumumba foi executado, na província congolesa de Katanga, a 17 de Janeiro de 1961. No dia seguinte, o seu corpo foi esquartejado e dissolvido em ácido sulfúrico por ordem de Sese Seko, restando actualmente, um dente (…) que será, finalmente, devolvido à família de Lumumba após anos de litígio. Em Setembro de 2020, um tribunal belga autorizou a devolução dos seus únicos restos mortais conhecidos.

General “Trovão” repudia ataques da FLEC-FAC perpetrados a partir da República do Congo

(…) As verdades escondidas sobre as constantes da guerra em Cabinda vêm à tona. As cartas recentes do Comandante da Região Militar Cabinda, General Eugénio David Etossi “Trovão”, endereçadas ao seu homólogo congolês General Jean Olossengo Ondaye, confirma preocupações sobre os ataques protagonizados por guerrilheiros da FLEC-FAC supostamente a partir da povoação de Chintanzi. (…)

MPLA protagoniza manobras para “maximizar controlo” sobre o Estado

Relatório denuncia a forma como o partido no poder em Angola utilizou “a sua profunda influência sobre os tribunais” para condicionar as candidaturas dos seus principais rivais, a UNITA de Adalberto da Costa Júnior, e o PRA-JÁ Servir Angola, de Abel Chivukuvuku, criando “obstáculos burocráticos” a uma “oposição, que prometeu formar uma coligação unificada nas eleições de 2022, a Frente Patriótica Unida”.